03 julho 2010

Paranoá Esporte Clube


O Paranoá Esporte Clube é um clube de futebol da região administrativa do Paranoá, no Distrito Federal. Fundado no dia 30 de abril de 2000, a Sucuri, como é conhecido o time, teve uma grande fase quando conquistou o Candangão da segunda divisão, em 2004 e também a Taça Brasília no mesmo ano. Além de ser lembrado pela boa fase pelos amantes do futebol candango, tem uma das maiores torcidas entre os times do Distrito Federal.


Fundado em 2000, o time foi campeão candango amador no ano de 2002 ainda como Colorado do Paranoá. De quebra já ganhou um estádio para jogar em sua própria terra, o estádio JK, que na época não tinha o nome definido. Um privilégio na época principalmente em relação a times como a ARUC e o Santa Maria, que jogavam no Bezerrão ou Mané Garrincha, ou seja, não jogavam em cidades que os clubes representavam.  

Aqui vai um pouco de uma reportagem feita sobre o estádio e o Paranoá no início de sua trajetória profissional.


Recém-construído pelo Governo do Distrito Federal, com investimento estimado em R$ 500 mil, o 11º estádio candango ainda não tem nome, embora Juscelino Kubitschek, como criador de Brasília, seja o franco favorito. A data de inauguração oficial também é um mistério, apesar de sediar jogos desde o fim do ano passado, de amador e sub-20. ‘‘É que está sendo construído por etapas’’, avisa o supervisor Roberval de Paula, em referência às bilheterias e cabines de imprensa, ainda em licitação.

   Uma das cidades mais pobres do DF ganha um dos melhores estádios locais. O piso ainda está desnivelado, mas é especial, com grama esmeralda. Os alambrados verdes são reforçados e os vestiários, bem amplos. O banheiro público é excelente, até com rampa para deficientes físicos, embora muito pequeno para a capacidade prevista: três mil pessoas sentadas nas arquibancadas. ‘‘A comunidade toda exigia um estádio porque queria aparecer no cenário local. O Paranoá   tem outras prioridades, mas também estão sendo cumpridas, como o hospital, a delegacia, asfaltamento de ruas’’, argumenta o chefe de gabinete da administração regional, Davidson Machado.

Orçamento
O estádio foi uma grande surpresa nos bastidores políticos e esportivos locais. A própria participação do time na segundona, na vaga da Metropolitana, foi divulgada somente no último conselho arbitral do torneio. A obra serviu de reforço para a inclusão da equipe, que estréia, no próprio alçapão, em 10 de agosto, contra o Santa Maria.
 
A autorização da obra, porém, não foi localizada no orçamento do GDF do ano passado, nem deste ano. Só consta, no plano plurianual 2004/2007, o começo do estádio, com estimativa em R$ 500 mil. Um prato cheio para o Tribunal de Contas local (TCDF). ‘‘O dinheiro não saiu daqui, mas do governo’’, garante Davidson Machado. ‘‘São recursos do orçamento da nossa administração. Eles estão remanejando recursos de reurbanização da cidade’’, contesta o diretor-administrativo, Gildásio Vete.

  Outra curiosidade do Paranoá está no comando do time, com uma mulher no lugar mais alto. ‘‘Não tem preconceito nenhum’’, aposta a presidente Gedalva Egina Soares, funcionária pública e originária da liga de futebol amador amador, como o vice-presidente Chiquinho.

  O time ainda mantém a base campeã amadora em 2002. A única contratação, por enquanto, foi o atacante Alessandro Bocão, ex-Bandeirante e Gama. A comissão técnica, porém, é formada por veteraníssimos do futebol candango. É a mesma que levou o Luziânia-GO ao quarto lugar da primeira divisão local deste ano, com o supervisor Roberval de Paula e o treinador Mozair Barbosa. 

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Em 2003 já conseguiu se destacar ficando em primeiro lugar de seu grupo e nas semifinais eliminar o tradicional Brasília para conseguir o tão sonhado acesso, fruto de um trabalho sério e comprometido. Acabou perdendo a decisão para o Sobradinho, mas conseguiu despertar a atenção da torcida do Paranoá. Teve um dos artilheiros da competição, o atacanta Alessandro Bocão, com 8 gols.

No ano posterior acabou sendo reformulada, muitos jogadores e o técnico Mozair Barbosa saíram da Sucuri e pagaram caro por isso. Até chegou nas semifinais do primeiro turno, mas fraquejou no segundo e foi pego no efeito ioiô, retornando á divisão de acesso do DF.

No mesmo ano disputou a segunda divisão do DF e se deu bem ao conseguir novamente o acesso contra o Brasília, empatando em 1 x 1 no JK. Na final da segundona venceu o Santa Maria por 3 x 1 e se sagrou campeão da competição.

 Torcida do Paraoá na final de 2004 e desfile pelo caminhão do Corpo de Bombeiros

Ainda em 2004 o clube disputou a Taça Brasília, torneio que valia vaga para a Série C do Brasileirão. O Paranoá foi campeão com todos os méritos em cima do Ceilândia, venceu por 3 x 0 em pleno Abadião e enfiou 6 x 2 no JK, mas a vaga incrivelmente ficou com o Gato Preto ao entrar na justiça, uma briga que gerou muita polêmica.

Em 2005 o Paranoá fez uma boa campanha que em nada lembrou 2004, quando chegou ao quadrangular decisivo, ficando em uma honrosa 3° colocação, á frente do Gama. Fez um jogo marcante contra o Jacaré onde saiu perdedor, mas o placar foi de 5 x 4. Uma das novidades no time foi o sul-coreano Sung Ju Ham, de 19 anos.

Em 2006 não repetiu a boa campanha, porém não acabou descendo, o que acabou sendo inevitável em 2007. A torcida ainda teve que amargar o rebaixamento da Sucuri para a inexpressiva terceira divisão do futebol brasiliense em 2008, quando se esperava um acesso do time.

Paranoá enfrentando o Brasília no Augustinho Lima pela segundona do DF


Em 2009 acabou chegando até as semifinais da terceira divisão mesmo contando com um elenco humilde, mas foi eliminado pelo Capital. Porém conseguiu o acesso em 2010 pelas desistências de Legião e Brazsat.


Escudos Anteriores





Mascote

Sucuri

Estádio

JK

Nome: Estádio JK Paranoá
Local: Paranoá/DF
Capacidade: 25000 pessoas (a ser confimada ainda, a antiga era de 6000 pessoas)
Inauguração: 12 de dezembro de 2002
Primeiro Jogo: 
Recorde de Público:
Propriedade: Administração Regional do Paranoá
Obs: Juscelino Kubitschek foi presidente da República Federativa do Brasil e principal responsável pela transferência da capital do Rio de Janeiro para Brasília e posteriormente a construção da cidade.



3 comentários:

  1. minha tia é a presidente do time do Paranoa

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    1. Sua tia acabou com o time do Paranoá, ser ela não tivesse feito tanta besteira hoje o Paranoá estaria no minimo na terceira divisão do Brasileirão essa sua tia e uma pilantra e não tem um torcedor de verdade do Paranoá que não odeia ela, ela e o câncer do nosso time em quanto ela e esses amadores tiver a frente nunca mais sera o mesmo...

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